que a mim germinariam sementes.
Imunidade não bate estes.
E já a mencionar germinar...
Farto-me do olhar da areia fina
e do sol, vejo-me delirante.
Adiante vejo o tropical:
De bananeiras a coqueiros.
Nem pedia por água ou comida!
Caminho, sem tomar caminho adentro.
Mas, sozinho, sigo a extensão da praia;
é-me estranho, a ilha não quer que saia.
Com pouco esforço, do horizonte. Vem carcaça
duma baleia que, a bem, se é, por fim, escassa
e, portanto, é vítima de pragas... Gaivotas.
Peculiares devoradoras, vão-lha às voltas.
E aterram ao tremor duma stuka;
Ao impacto, à míssil perfurante,
devoram todo o resto restante.
E perante, a mente maluca
que ao ser minha, se quer enervante
tem injus ideia: se aproximar.
Injusta porque? Bem...
É injusto insulto à razão.
Enquanto atraio-me ao tóxico
(auto-pejorativa a ação),
o tóxico, Gaivota, logo verão
deformar-se, e aqui formar-se mulher.
Nua de unidas pernas, candida de tão branca.
E olhos penetrantes, e um sorriso maroto...
É musa franca, acho. E eu, o arriado tonto,
quer, não hesitante à chance aberta, amor.